Cryslan pede novas diligências após invasão de propriedade em Florianópolis e cobra rigor contra ocupações ilegais

O vereador Cryslan de Moraes protocolou um pedido de novas diligências para apurar a invasão de uma propriedade no bairro José Mendes, em Florianópolis. Segundo o parlamentar, há indícios de que os envolvidos possam ter ligação com um grupo já investigado pela Polícia Civil na Operação Incursio, que apura invasões de imóveis em Santa Catarina.

De acordo com Cryslan, a invasão atingiu a residência de um casal de idosos, que passou mal ao presenciar a ação. Após a intervenção da Polícia Militar, os ocupantes deixaram o imóvel, mas, segundo o vereador, passaram a ocupar outra residência nas proximidades.

“Não podemos aceitar que famílias tenham suas propriedades invadidas e vivam momentos de medo dentro da própria casa. A invasão de propriedade é crime e precisa ser tratada com o máximo rigor pelas autoridades”, afirmou.

O vereador destaca que o pedido de novas diligências tem como objetivo reunir provas complementares para verificar a possível ligação dos suspeitos com outros episódios semelhantes já registrados na Grande Florianópolis.

Cryslan também lembrou outros casos que ganharam repercussão, como a invasão de um supermercado em São José, em que os suspeitos são investigados pela suposta prática de extorsão ao exigirem mil cestas básicas para deixar o local, além da exposição de crianças durante a ocupação. O parlamentar citou ainda a invasão de um terreno no bairro Bela Vista, em São José, que também é alvo de investigação.

“Esses episódios precisam ser apurados de forma integrada para que, se houver ligação entre os envolvidos, os responsáveis sejam devidamente identificados e responsabilizados. Não podemos permitir que esse tipo de crime se repita”, declarou.

Cryslan reforçou que continuará acompanhando o caso e cobrando providências das autoridades competentes. Para o vereador, proteger o direito à propriedade e garantir segurança jurídica são medidas essenciais para preservar a tranquilidade da população.

“Invasão é crime e isso não pode ser normalizado em Santa Catarina. Precisamos de uma resposta firme das instituições para garantir segurança a quem trabalha, investe e constrói seu patrimônio”, concluiu.

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